sexta-feira, 2 de dezembro de 2016

2º ano | 2016-2017


2016-2017 | Curso de Mestrado em Pintura (FBAUL)
2º ano | Projecto de investigação

O segundo ano do Mestrado visa a realização de um Projecto de investigação.
No 1º semestre decorre a Unidade Curricular Seminário de projecto de dissertação. Neste período destacam-se dois momentos: o da designação do orientador, registo do título, tema e modalidade do mestrado, no final de Novembro, e a entrega de um relatório dos trabalhos realizados, em Janeiro. O Seminário de projecto de dissertação é articulado com a UC de Dissertação, que decorre no 2º semestre, num mesmo objectivo: o da realização do Projecto de investigação.

2º ano | Setembro de 2016 – Outubro de 2017 | Projecto de investigação
1º semestre |UC Seminário de projecto de dissertação (15 ECTS)
        Setembro de 2016 – 13 Janeiro de 2017
Novembro de 2016: Registo do Projecto de investigação (com a designação do orientador)
Janeiro de 2017: Relatório
2º semestre | UC Dissertação (45 ECTS) Desenvolvimento e conclusão do “Trabalho de projecto” ou da “Dissertação” (cf. 2º semestre).
           
O segundo ano do Mestrado, realizado com o acompanhamento de um professor que tomará a função de orientador, é assim iniciado com a construção de uma proposta de Projecto de investigação.

Toda a criação plástica tem uma única dimensão teórico/prática, ou seja, todo o criar inclui necessariamente investigação e é partindo dessa evidência que se propõe que seja concebido o Projecto de investigação.
Este toma duas formas que se articulam:
a) a de um Projecto artístico que culmina na exposição pública do trabalho
b) a de um Estudo teórico

Nota: Existindo a possibilidade de desenvolver um projecto de Mestrado em Pintura que não inclui uma componente artística, aquele fica reduzido ao “Estudo teórico” (com a denominação final de “Dissertação”; cf., de novo, 2º semestre).  


1º Semestre

Relatório do Projecto de investigação

O Relatório do Projecto de investigação servirá para efeitos de avaliação e creditação do 1º semestre. Consiste na apresentação do Projecto de investigação e na descrição do trabalho desenvolvido nesse período lectivo.
           
Indicações gerais:  
 Extensão: 5000 a 7000 palavras (entre 15 a 20 páginas), incluindo imagens.

 Proposta de estrutura do relatório:
1)    Título provisório do Projecto de investigação. 
2)    Sumário | Breve apresentação da proposta de trabalho: pode incluir a indicação de um tema a desenvolver ou um panorama geral da intenção de pesquisa; o levantamento de uma questão que seja a condutora de um percurso de pensamento; a indicação de palavras-chave que definem uma área de pensamento.
3)   Objectivos | Breve enunciação de objectivos de trabalho a realizar, indicação de expectativas e motivações.
4)    Metodologia | Descrição de acções de trabalho ou processos metodológicos; Proposta de articulação entre o  desenvolvimento do Projecto artístico e um Estudo teórico. Podem ser encontradas diferentes e novas formas de articulação, sendo esta decisão metodológica decisiva da expressão que tomará o Projecto de Investigação – e um momento fulcral do pensamento da sua criação.
5)    Circunscrição temática | Definição de uma constelação temática que retrate o projecto artístico através da nomeação de referências eleitas (obras, artistas, teoria da arte, etc.); possibilidade de enquadramento do projecto num percurso pessoal.
6)    Descrição Detalhada | Descrição detalhada do Projecto de investigação –  apresentando-o e dando conta do trabalho desenvolvido. Caso o Estudo teórico esteja pouco desenvolvido, o aluno pode sobretudo relatar o Projecto artístico em curso, não deixando de ser obrigatório mencionar o “índice de trabalho” daquele Estudo.  
       a) Projecto artístico
    Descrição detalhada dos trabalhos práticos desenvolvidos explicitando a intenção que preside ao projecto e contemplando a descrição formal dos objectos artísticos (na técnica utilizada, especificidades formais, processos, etc.), eventualmente recorrendo a imagens (de obras anteriores, ensaios, esboços...), com a possibilidade de apresentar o trabalho em diferentes fases de execução.
      b) Estudo teórico
      Indicação da possibilidade de um percurso de reflexão escrita através da enunciação de um índice de trabalho. Este será um guia da pesquisa teórica (aquela que visa informar e despertar o trabalho artístico). Aqui é enunciado também o modo de documentação do trabalho prático - com a indicação do lugar que toma, no volume, esta mesma documentação visual, ou portefólioCaso já exista, apresentação do Estudo teórico já desenvolvido recorrendo, eventualmente, à anexação de texto escrito (apontamentos registados na prática de atelier; capítulos já desenvolvidos ou fragmentos; notas de leitura bibliográfica, etc.).
      Pode ser incluída na descrição detalhada uma proposta de calendarização de trabalho.
      7)    Conclusão | Comentário sobre o trabalho realizado com eventual indicação de um percurso de trabalho futuro.
     8)    Referências | Indicação das referências que definem o projecto (livros, documentos online, revistas, filmes, etc.)
  
Data de entrega: 13 de Janeiro de 2017


 2º Semestre
           
 Projecto de investigação
           
O projecto de investigação é continuado e desenvolvido no decurso do 2º semestre.
O seu momento final coincide com a exposição pública do trabalho plástico realizado e a apresentação e defesa – perante um júri eleito - da investigação.

Extensão do documento escrito
“Trabalho de Projecto”, que inclui Projecto artístico e Estudo teórico - entre 15.000 e 25.000 palavras (aproximadamente 45 a 70 páginas), acrescidas de anexos, bibliografia, etc.
“Dissertação”, que se confina ao Estudo teórico - entre 20.000 e 30.000 palavras (aproximadamente 60 a 90 páginas), acrescidas de anexos, bibliografia, etc.

Na construção formal do documento deve ser seguido o Guia Digital do Mestrado disponibilizado pelos Serviços Académicos.

O prazo final para entrega do documento final será definido pelos Serviços Académicos.


ORIENTADORES

Docentes da FBAUL da Área de Pintura
Prof.ª Catedrática Isabel Sabino – Pintura/Artes Plásticas/Instalação/Arte Pública
Prof. Associado Hugo Ferrão – Pintura/ Tecnologias artísticas / Artes digitais/Ciberarte/Instalação/Arte Pública
Prof. Auxiliar Manuel Botelho – Pintura/Artes Plásticas/Instalação/Arte Pública/Fotografia/Vídeo
Prof. Auxiliar Ilídio Salteiro – Pintura/Artes Plásticas/Instalação/Arte Pública
Prof. Auxiliar Tomás Maia – Pintura/Artes Plásticas/Instalação/Arte Pública /Estética/Fotografia/Vídeo
Prof. Auxiliar José Quaresma – Pintura/Artes Plásticas/Instalação/Arte Pública/Estética
Prof. Auxiliar Carlos Vidal – Pintura/Artes Plásticas/Instalação/Arte Pública /Fotografia/Vídeo
Prof. Auxiliar Pedro Fortuna – Cerâmica/Artes plásticas e Tecnologias Artísticas/Arte Pública
Prof. Auxiliar Rui Serra – Pintura/Artes Plásticas/Instalação/Arte Pública
Prof. Auxiliar João Pais – Pintura/Artes Plásticas/Instalação/Arte Pública
Prof. Auxiliar Miguel Ângelo Rocha - Pintura/Artes Plásticas/Instalação/Arte Pública
Assistente Convidada Ana Mata – Pintura

É possível obter a orientação de outros docentes da FBAUL, ou exteriores, bem como optar por um regime de coorientação, sempre que tal se justifique.



quarta-feira, 21 de setembro de 2016

TRANSTEXTUALIDADES | programa da unidade curricular 2016-17

PROGRAMA CURRICULAR
ANO LETIVO 2016 — 2017


Unidade Curricular:
Transtextualidades
Docente responsável:
Profª Catedrática Isabel Sabino
Respetiva carga letiva na UC:
2
Outros Docentes:
----
Respetiva carga letiva na UC:
----
ECTS:
6 ECTS


1 — Objetivos de Aprendizagem
Esta unidade curricular visa enquadrar teoricamente uma visão transversal da artes e, nestas, da pintura, no seio de uma visão que tem ênfase especial no contemporâneo, e tomando as inter-contaminações e porosidades entre disciplinas como desafio criativo frequente.
Com isso, pretende-se contribuir desde o primeiro ano deste 2º ciclo para dotar de maiores qualidades de informação e potenciar as capacidade de análise, articulação e questionamento, visando já a indagação de teor autorreflexivo que, sediada em projetos artísticos individuais cuja contextualização assim se assume mais conscientemente, se pretende aprofundar mais tarde na dissertação.

2 — Conteúdos Programáticos
Parte-se de uma base de trabalho que privilegia a leitura da criação artística e da obra (com destaque para a de natureza pictórica) como inseridas numa noção geral de texto.
São objecto de reflexão principal a ideia de obra total e a multiplicidade que caracteriza o discurso artístico entre a essencialidade de uma possível fala específica e a contaminação. Aborda-se alguma da problemática das relações da imagem, da obra plástica ou da pintura com outros universos expressivos artísticos tentando, em cada ano, dada a vastidão de exemplos possíveis, focar mais de perto um conjunto de situações ou uma óptica de reflexão.
Os seguintes blocos de conteúdos poderão abranger, pois, algumas abordagens mais específicas em cada ano, o que a calendarização discrimina aula a aula:
1. Tópicos para uma teoria do texto nas artes (modos textuais - conceitos fundamentais, desenvolvimento e casos):
a) Texto implícito propriamente dito (o texto literário pré-existente);
b) A ekphrasis;
c) Nomeação/ designação e título;
d) O texto expresso ou visual (texto como imagem) e a relação entre palavra e imagem;
e) Travessias textuais – texto subjacente ou intersticial (citação, apropriação, pós-produção);
f) Travessias textuais - absorções; contaminações; hibridismos;
g)  O texto “interno” na imagem ou obra visual:  a interpretação, tecido de cruzamentos; sincretismos, sinestesias;
h) A obra de arte total.
2. Autonomia e  contaminação: da identidade das artes e do essencialismo modernista até às estratégias de apropriação contemporânea, fusão e hibridismo.
3. Travessias da pintura em diferentes espaços expressivos: literatura, poesia, música, dança, teatro, fotografia, cinema, novos media, destacando em 2015-16:
a) No palco;
b) No écran;
4. Travessias na pintura: a pintura “esponja” e a pintura expandida. Casos imprescindíveis.
5. Hibridismo, sincretismo e obra de arte total.

3 — Metodologias de Ensino e Avaliação
As aulas são essencialmente de caráter expositivo, podendo incluir alguma visita de estudo conforme exposições ou outros eventos oportunos. Quando possível haverá o apoio de convidados, visando enfatizar temas e bibliografias específicas que cabem nos tópicos gerais. Há uma calendarização prévia a facultar no primeiro dia de aulas e a publicar on-line que, por motivos imprevistos, pode eventualmente ser alterada. A publicação do programa, calendarização e outros materiais de informação é feita no blog do curso http://mestradopintura.blogspot.com/  que, com a caixa de correio electrónico da docente, permitirá uma extensão dos espaços e tempos de apoio tutorial.
A avaliação tem incidência sobre dois momentos, de que o primeiro é uma apresentação oral e o segundo um trabalho escrito (uma parte de relatório sobre aulas assistidas, outra um ensaio de cariz ensaístico.
A apresentação oral incide sobre o tema do ensaio, os seus objectivos, descrição aproximada e referências possíveis, e não deve durar mais do que 15 minutos (a agendar na primeira aula);
Quanto ao trabalho em texto (ensaio), pode ser escolhido mediante duas alternativas possíveis:
- Um caso, exemplo transtextual;
- Uma análise de uma aspecto da própria produção artística que envolva aspectos disciplinarmente transversais.
O trabalho escrito inclui uma curta componente de relatório sobre aulas assistidas (extensão 1/3 do total; classificação 20%), e um ensaio mais livre (2/3; 50%).
Extensão do trabalho escrito: limite aproximado de 3000 palavras, acrescidas de bibliografia e possíveis anexos.
Critérios de avaliação de ambos os momentos: Parâmetros - qualidade da informação em extensão e profundidade; autonomia reflexiva; sentido de adequação ou pertinência da relação com casos escolhidos; carácter de inovação; potencialidades de investigação subsequente; qualidades de estrutura, redação e metodológicas. Classificação - apresentação 30%; trabalho escrito 70%.
Entrega do trabalho:1 de fevereiro.

4 — Bibliografia de Consulta
(alguns títulos sob carácter indicativo, a complementar aula a aula de modo mais ajustado aos conteúdos):
A.A.V.V. - Où est passée la Peinture?. Paris: Art Press / Ed Spécial Hors Série, 1995
A.A.V.V. - Tableaux Vivants – Fantaisies Photographiques, catálogo, Ed. Musée d’Orsay, Paris, 1999.
ARMSTRONG, Philip; LISBON, Laura; MELVILLE, Stephen - As Painting: Division and Displacement. Cambridge/London: The MIT Press, 2001
AUMONT, Jacques - L’Image, Paris: Nathan, 1990
BABO, Maria Augusta - A Escrita do Livro Lisboa: Veja, 1993
         - Figurações ou Diálogos da Pintura para a Escrita. Almada: Casa da Cerca, 1997
BARTHES, Roland – O prazer do texto [1973]. Lisboa: Edições 70, 1987
         - A Aventura Semiológica. Lisboa: Edições 70,1987                                                                                                                                                                                                      - O Grau Zero da Escrita e Elementos de Semiologia. Lisboa: Edições 70, 1981
BELLOUR, Raymond, Cinéma et Peinture. Paris: Presses Universitaires de France, 1990
BLEEKER, Maaike, Visuality in the Theatre. The Lokus of Looking. New York; Palgrave McMillan, 2011
BONFAND, Alain, Le cinema saturé. Essai sur les relations de la peinture et des images en movement. Paris: Vrin, 2007
BORDWELL, David; THOMPSON, Kristin - Film Art: An Introduction. London: McGraw-Hill, 2009
BOURRIAUD, Nicolas – Formes de vie. L’art moderne et l’invention de soi. 2ª ed. Paris: Éditions Denoël, 2003. ISBN 2-207-25501-8 B 25501-1
         - Im Kulturregen : Anwendungen und Anwender Künstlerischer Formen / Under the cultural rain. Uses and users of artistic forms. In HOLLEIN, Max; JØRGENSEN, Jasper N. (Edit), Frequenzen [Hz]/Frequencies [Hz]. Audiovisuelle Räume/ Audio-visual Spaces. Frankfurt: Hatje Cantz Verlag, 2002. ISBN-10: 3775711546 / ISBN-13: 978-3775711548
         - Postproduction. Paris: Les Presses du réel, 2003. ISBN 2-84066-101-2
         - Relational Aesthetics. 2ª ed. Paris: Les Presses du réel, 2002. ISBN 2-84066-060-1
BRYSON, Norman - Vision and Painting: The Logic of the Gaze. London: Mc Millan, 1983
BROUGHER, Kerry - Art and Film since 1945. Los Angeles: Museum of Contemporary Art, 1996
BUCHLOH, Benjamin H. D. - Allegorical Procedures: Appropriation and Montage in Contemporary Art. in Artforum, September 1982
         Ready-made, Photography and Painting [1977], in Neo-Avantgarde and the Culture of Industry: Essays on European and American Art from 1955 to 1975. Cambridge and London: Mit Press, 2000
BRUNO, Giuliana – Atlas of Emotion. Journeys in Art, Architecture and Film. London/New
York: Verso, 2002.
CHARBONNIER, Jean-Michel - Tableaux vivants – Des corps en Suspens, revista Beaux Arts nº 179, de Abril de 1999, páginas 94-103.
CROW, Thomas - Modern Art in the Common Culture. New Haven and London: Yale University Press, 1997.
DAMISCH, Hubert - Théorie du Nuage. Paris : Le Seuil, 1972
         - Fenêtre Jaune Cadmium  ou les Dessous de la Peinture. Paris : Le Seuil, 1984
DIDI-HUBERMAN, Georges - Devant l’image. Paris : Minuit, 1990
DUVE, Thierry de - Au nom de l’art. Paris : Minuit, 1989
         - Kant after Duchamp. Cambridge, Massachusetts: Mit Press, 1996
         - Nominalisme pictural. Paris: Les Éditions de Minuit, 1984
FABRIS, Annateresa - Fotografia - Usos e funções no Século XIX. S. Paulo: Editora da Universidade de São Paulo, 1991.
FOUCAULT, Michel - As palavras e as coisas. Lisboa: Edições 70, 1988
         -This is not a Pipe. London/New York: University of California Press,1983
FRANCBIN, Catherine - La peinture sur d’autres tableaux, em Oú est passée la peinture? , Artpress hors série, nº 16, 1995.
GALLEGO, Julian - El Quadro Dentro Del Quadro. Madrid: Cátedra,1991
GARRONI, Emilio - Projecto de Semiótica: mensagens artisticas y lenguages no verbales. Barcelona: Gustavo Gilli, 1973
GENETTE, Gerard - Discurso da Narrativa. Lisboa: Veja, s/d
GOMBRICH, Ernest - Imagenes Simbólicas. Madrid: Alianza Editorial, 1990
GREENAWAY, Peter - Peter Greenaway, L’illusion et son absence, entrevista por John O’Toole em Oú est passée la peinture, Art Press Hors série nº 16, 1995, pág. 107.
GREENBERG, Clement - Modernist Painting, in The Collected Essays and Criticism, vol.4: Modernism with a Vangeance, 1957-1969, ed. John O’Brien. Chicago: University of Chicago Press, 1993
GROYS, Boris, Ilya Kabakov, The Man Who Flew into Space from his Apartment. London: Afterall Books, 2006
GRUPO m  - Traité du Signe Visuel. Paris: Seuil, 1992
HARRIS, Jonathan (Editor) - Critical Perspectives on Contemporary Painting: Hybridity, Hegemony, Historicism. Liverpool: Liverpool University Press / Tate Liverpool, 2003.
KABAKOV, Ilya - The text as the basis of visual expression. Köln: Oktagon, 2000. ISBN 3-927789-93-3
KOKUR, Zoya and LEUNG, Simon, Theory in Contemporary Art. London: Blackwell Publishing, 2005
KRAUSS, Rosalind - Le Photographique – Pour une théorie des écartsParis : Macula, 1990.
LIPMAN, Jean, and MARSHALL, Richard - Art about art. New York: Dutton Paperback/Whitney Museum of American Art, 1978
LISTA, Giovanni, La scène moderne – Encyclopédie mondiale des arts du spectacle dans la seconde moitié du XXe siècle. Paris : Éditions Carré, 1997
MARIN, Louis - Opacité de la Peinture. Paris: Usher, 1986
MC EVILLEY, Thomas - The Exile’s Return: Toward a Redefinition of Painting for the Post-Modern Era. Cambridge: Cambridge University Press, 1993
PANOFSKY, Erwin - Estudos de Iconologia. Lisboa: Estampa, 1986
         - La Camera di San Paolo du Corrège à Parme. Paris: Hazan, 1996
         - Le Codex Huygens et la Théorie de l’Art de Léonard de Vinci. Paris: Flammarion, 1996
PERRY, Gill, e WOOD, Paul, (Edit) - Themes in Contemporary Art. New Haven and London: Yale University Press, 2004
RICHTER, Gerhard, The Daily Practice of Painting - Writings and Interviews 1962-1993. London: Thames & Hudson / Anthony d’Offay Gallery, 1995
RIPA, Cesare - Iconologia I e II (2 vol.). Madrid: Akal ,1987
SABINO, Isabel - A Pintura Depois da Pintura. Lisboa: FBAUL, 2000
SAXL, Fritz - La vida delas imagens: studios iconograficos sobre el arte occidental. Madrid: Alianza Editorial,1989
SCHEFER, Jean Louis, Scenographie d’un Tableau. Paris: Le Seuil, 1969
STILES, Kristine; STELZ, Peter (Edit.) - Theories and Documents of Contemporary Art – A Sourcebook of Artists’ Writings. Berkeley, Los Angeles: University of California Press, 1996
STOICHITA, Victor I., L’Instauration du Tableau. Paris: Meridiens/Klincksieck, 1992
VACCHE, Angela Dalle - Cinema and Painting: How Art Is Used in Film. Austin: University of Texas, 1996.
VON DER WEID, Jean-Noël – Le flux et le fixe. Peinture et musique. Paris: Fayard, 2012
WELCHMAN, John C. - Invisible Colors – A Visual History of Titles. New Haven and London: Yale University Press, 1997
ZUNZUNEGUI, Santos, O Pensar da Imagem. Madrid: Cátedra, 1989


5 — Assistência aos alunos
4ª feira, das 17 às 18h.